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Como escolher uma empresa de webdesign?   Leave a comment

Escolher uma empresa para fazer seu site parece às vezes um tiro no escuro. Todos conhecem alguma história de alguém que se frustrou ao fazer um site, e os motivos são os mais variados. De modo geral, valem algumas dicas na hora de contratar uma empresa ou um profissional para fazer o site de sua empresa:

  1. Visite sites de clientes da empresa que você pretende contratar: item básico, você não pode contratar um empresa sem saber o que ela já fez. Empresas mais novas tem portfolio menor, mas nem por isso tem menor qualidade. Mas não se impressione com gráficos e animações. Dê atenção, ao analisar o portfolio do webdesigner, aos sites semelhantes ao que você pretende fazer.
  2. Seja realista e objetivo quanto ao que você precisa e quanto você pode pagar: muitos problemas podem ser evitados quando você explica bem o que você quer, e define antecipadamente toda a parte financeira (valores, prazos), e quem vai fazer o quê – nem sempre o webdesigner se responsabiliza pela produção de fotos e conteúdo textual, se isso não está claro na negociação, problemas surgirão.
  3. Exija acesso a todas as senhas e contas de domínio, hospedagem, painel de controle do site (se houver), login e senha do ftp, e todas as informações necessárias para que você possa ter independência e liberdade na hora de contratar um profissional para atualizar ou modificar seu site. O site é seu, e você tem direito de escolha.
  4. Pergunte tudo que vier à sua cabeça, e não se contente com explicações do tipo “rebimboca da parafuseta”. Peça explicações em linguagem para leigos de tudo que tem a ver com seu site.
  5. Visibilidade no Google: muita gente promete, muitos vendem resultados, mas o que funciona é código válido (segundo os webstandards do W3C), muito conteúdo, bem construído e estruturado. Evite Flash e sites em tabelas, e lembre-se: os resultados de busca do Google não podem ser comprados – são função exclusivamente do conteúdo e estrutura do site – faça a lição de casa, e seu site aparece. Desconfie de promessas do tipo “coloco seu site na primeira página do Google por XX reais”.

A dica final: conversa aberta e transparência dos dois lados. Fale, sem vergonha nenhuma, de preços e prazos. Faça mais de um orçamento, se puder. É comum trabalhar com base em contratos, especialmente se o projeto for mais demorado. Mas no caso de um site simples, com 5 ou 6 páginas e catálogo de produtos, você pode ter seu site no ar em menos de 2 semanas por um valor de 3 dígitos, com qualidade.

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Como fazer um site para sua loja?   Leave a comment

Como contratar um webdesigner? Como montar um site para minha loja? Que tipo de site é mais adequado para meu negócio?

empresário em dúvida na hora de fazer o siteConfira algumas dicas da Intelego para você que possui uma loja e está em dúvida sobre como fazer seu site. Um site na internet pode ser um excelente investimento, se você tomar alguns cuidados básicos. Listamos abaixo algumas perguntas que você deve tentar responder antes de contratar um webdesigner:

  • Para que você quer um site? Pense bem. Hoje em dia, um site é muito mais que um mero folder eletrônico. Um site pode atrair novos clientes que fazem buscas na internet, pode permitir que potenciais clientes interajam com sua loja, e pode inclusive oferecer serviços de venda online (e-commerce). Mas por mais simples que seja, o site deve privilegiar a boa visibilidade no Google e em outras ferramentas de busca.
  • Você vai investir na divulgação de seu endereço eletrônico através de outras mídias, ou quer  que o próprio site “se divulgue” através dos resultados das buscas do Google? Se este é o caso, você precisa de um site com certas características. Sites em Flash (aqueles com animações) podem impressionar pelo visual, mas são péssimos em termos de visibilidade no Google, já que seu código não apresenta tags de html que o Google usa para ranquear o conteúdo.
  • Você quer vender pela internet? Cuidado, lojas online tem custo elevado de implementação, exigem controle de estoque rígido, atenção às datas de entrega e cuidados com a segurança. Só vale a pena se você tem uma estrutura dedicada para venda online. Por outro lado, há diversas formas de você usar seu site para vender, em especial no atacado, que são mais práticas para volumes de venda menores.
  • Quanto você pode investir mensalmente em atualizações? Cuidado, um site por si só não garante seu sucesso. Se você não tem novidades frequentes, seus clientes param de abrir o site. Coloque sempre seus lançamentos e notícias para aumentar a visibilidade no Google. Um blog é uma idéia ainda melhor. Na hora de contratar um webdesigner, não basta saber o preço do site, é preciso ter uma estimativa de custos de atualização e prazos para publicação de novos conteúdos.
  • Você já comprou seu domínio e sua hospedagem? Não? Ótimo, fale primeiro com seu webdesigner para saber como fazer isso. Sua hospedagem vai depender  do tipo de site que você vai fazer. Mas atenção! O domínio é propriedade sua! Exija que o registro do domínio seja feito com seus dados pessoais ou empresariais (CPF, CNPJ), e que o seu email pessoal seja o email de contato da entidade, que deve estar registrada no seu nome. Muitos webdesigners de índole duvidosa registram domínios em sua conta do Registro.br, como forma de coagir o cliente a utilizar apenas seus serviços para atualizar ou modificar seu site.
  • Você conhece bem a empresa que vai fazer seu site? Muitos de nossos clientes tem experiências traumáticas com sites anteriores. Na hora de mudar de site, não conseguem obter as senhas do registro.br para alterar os DNS e mudar de hospedagem, e assim por diante. Outro problema são os prazos. Se seu site é simples, e o valor está abaixo de R$1500,00, não há porque a empresa cobrar sinais, e prometer prazos de mais de 2 semanas. Se eles demoram mais do que isso, e ainda cobram um adiantamento, cuidado. É claro que, em projetos de valor mais elvado e prazos mais longos, como no caso de sites de e-commerce, que tem uma complexa estrutura de banco de dados, o sinal é uma garantia de que o cliente não vai “pular fora” no meio do projeto, sem remunerar as horas de trabalho gastas no desenvolvimento de seu site.

Se você conseguiu respoder com clareza a estas perguntas, você está a meio caminho de ter um site. Mas se você tem alguma dúvida, deixe um comentário neste artigo, ou envie uma mensagem em nossa página de contato. Nós teremos o maior prazer em ajudar a esclarecer todas as suas dúvidas, sem compromisso. Aproveite a visita e conheça alguns de nossos clientes.

Como aumentar as visitas no seu site!   2 comments

Para melhorar seu site você deve prestar atenção nos seguintes pontos:

  • Você deve colocar notícias novas periodicamente, trabalhando com textos originais. Isto aumenta sua visibilidade no google.
  • Publicar comentários de elogios e os que não vierem com dados pessoais. Contam como uma atualização para o google e outras ferramentas de busca.
  • Atualizar o catálogo sempre que tiver produtos novos. Para ter sempre novidade e incentivar as visitas.
  • Divulgar para seus clientes o site na loja. Usar o site como instrumento de venda, assim diminui o tempo de venda na loja, quando o cliente já vem decidido é mais fácil e rápido vender. No site ele poderá ver todos os produtos sem perder tempo.
  • Manter uma lista atualizada de e-mail de clientes para enviar novidades, incentivando visita no site.

Como se vê, isto não é nada complicado, e os resultados vêm em pouco tempo. Aumentar o número de visitas no seu site depende, portanto, de duas coisas: fazer com que seu site apareça nas primeiras páginas do Google e de outras ferramentas de busca, e divulgar seu endereço na web para atrair clientes novos e manter os que você já tem.

Agora, se seu site não tem uma página de notícias, e se não oferece um sistema de gerenciamento de conteúdo que te permita visualizar estatísiticas detalhadas de visita, então está na hora de entrar em contato com a equipe da Intelego Comunicação.

(11) 2773 0989

(11) 8204 3061

intelego@yahoo.com.br

Agende uma visita sem compromisso.

Quanto Custa uma Página na Internet?   Leave a comment

Definir o preço para um trabalho de design pode parecer algo um tanto arbitrário. Tanto clientes quanto profissionais tem dificuldade em compreender de que forma preços são atribuídos a produtos tão intangíveis. De fato, uma página na internet nada mais é do que um punhado de informação gravado num disco rígido em algum servidor de localização incerta. Mas o que este site proporciona ao cliente, isto sim, deve ser tangível.

Mas aí é que aparece outro problema, comum aos webdesigners: como definir com alguma precisão o que o cliente ganha com um site. Vamos dar um exemplo:

Uma loja da região da José Paulino precisa de um site. Trata-se, provavelmente, de uma loja de fábrica. De que tipo de site eles precisam? A maioria dos sites destas lojas é em Flash, o que é ótimo para impressionar o dono da loja, mas não serve ao negócio. Por que não?

Simples: Uma loja deste tipo precisa de um catálogo de produtos facilmente editável para que seus representantes e clientes possam visualizar os produtos que querem encomendar. Muitas destas lojas vendem para fora da cidade e do estado, e uma boa parte dos clientes não vai à loja comprar. Por que, então, a maioria das lojas do Bom Retiro tem sites em Flash? Talvez porque queiram se igualar às grandes marcas do setor, talvez porque a maioria dos webdesigners adore sites em flash, talvez por falta de uma visão clara do que um site pode fazer pelo negócio. Integrar sua página web com serviços disponíveis gratuirtamente na web, tais como galerias de imagens e vídeos, mapas do Google, busca no site, tudo isso aumenta o valor do site sem encarecê-lo.

Muitos de nossos clientes acham surpreendente o valor que cobramos (“por que é tão barato? perguntam eles), porque estão acostumados com o webdesign tradicional: longos projetos, muitas reuniões, e ao final um site lindo que ninguém visita, porque sites em Flash não tem conteúdo visível para as ferramentas de busca, que são o modo através do qual a maioria dos internautas chega a um site novo.

Publicado abril 4, 2008 por intelegoadm em design, marketing, pequenas empresas, web

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“Eu não preciso de um designer; eu preciso de uma placa!”   Leave a comment

Muita gente no Brasil acha que design é tornar bonito o trabalho do engenheiro. Errado. Já faz tempo que design não é mais estética industrial, como inclusive era chamado no início do século XX, na França. Design, em inglês, significa projeto, nada mais. Se você planeja, avalia, executa de acordo com um desígnio, então você faz design. A palavra, nos países onde o design é levado a sério, não tem a conotação que tem aqui, de status e pomposidade. Usa-se design, no Brasil, do mesmo jeito que “sustentabilidade” ou “ecológico”. Ou seja, como mero artifício publicitário.

Quando era criança, um amigo meu dizia que os rádios daquela época (anos 80) tinham um monte de LEDs por dois motivos: se eram ruins, era para parecerem bons; se eram bons, era para ficarem mais caros. O mesmo pode-se dizer do design no Brasil. Inflação de significados para atender a propósitos mercadológicos, sem nenhuma consideração pelo conteúdo da palavra, muito menos respeito ao consumidor.

Pode parecer uma generalização um tanto grosseira do design no Brasil, mas acredito que a regra geral é esta, e o design de verdade, aquele de que falavam designers como Gui Bonsieppe, este ainda é exceção no Brasil. Culpa de um empresariado tosco, dinheirista, explorador e descendente dos senhores de engenho; culpa também do sistema educacional que embarcou na caravana da alegria da globalização e disseminou como design esta farsa que é praticada a torto e a direito; culpa dos designers que não tem coragem de assumir uma postura, seja coletiva, seja individualmente, profissional e ética, culpando a “dura realidade do mercado” pela situação da profissão, e culpa de uma classe média consumista, fútil, superficial que só liga para aparência e status.

Por outro lado, não vamos repetir o discurso dos designers que não conseguem aceitar a vida como ela é, e ficam pregando um design utópico para uma sociedade inexistente. Quer fazer a diferença? Então procure um cliente que precisa de design, eduque-o, convença-o, tire o dinheiro dele e o ajude a ganhar mais dinheiro fazendo o certo, sem enrolar seus clientes. Impossível? Acho que não. Basta parar de sonhar em produzir a mais nova “cadeira dos sonhos” ou luminária decorativa, que disso as lojinhas de decoração estão abarrotadas, e olhar em volta, para as pequenas lojas, negócios, a lavadeira da esquina, as milhares de pequenas galerias, enfim, todos os que nunca pensaram em design, que não sabem o que significa design, mas que precisam de uma placa, de um móvel para seu balcão, de um site ou blog, de uma identidade visual. E onde elas vão buscar isso? Nos escritórios de design, que ninguém sabe onde ficam? No google, onde os sites dos designers não aparecem porque são feitos em “flash”? Não, eles vão na gráfica da esquina porque lá eles fazem placas e totens, e portanto devem ser os mais indicados para isso. E onde estava o designer neste momento?

Sejam vistos, e serão contratados. Sejam claros, e serão compreendidos. Sejam sinceros, e serão respeitados. Como bem disse Alexander Manu, se um produto é necessário, e existem pessoas com dinheiro que o desejam, ele será vendido. Portanto, vamos parar de reclamar e tratar de nos fazermos entender. Se os egos dos designers não permitem que se faça isso coletivamente, então façamos disso uma virtude pessoal.

Ou não…

Equipe Intelego 

Publicado fevereiro 24, 2008 por casalfeliz em blogs, design, marketing, pequenas empresas

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Promoção 2008   Leave a comment

As pequenas empresas devem ter seu blog dinâmico e aumentarem suas vendas e concorrer com as grandes empresas em pé de igualdade. Oferecemos a todos a grande oportunidade de ter uma grande ferramenta de divulgação com um custo que cabe no seu bolso. Plante sua semente e colha bons frutos.

Sua empresa precisa de um blog dinâmico, que chame a atenção de quem o visita e você também pode ter seu blog pessoal. Entregamos seu blog empresarial e pessoal prontos para navegar, com treinamento incluso, para você atualizá-lo como quiser. Compatilhe seus vídeos e fotos com todos, mostre quem você é, fale de você para o mundo. Veja como nestes blogs: é só clicar nos nomes e você navega nos blogs de, Marsella, Gustavo, Líder 101.


Publicado janeiro 4, 2008 por intelegoadm em blogs, design, marketing, pequenas empresas, web, webdesign

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Ensinando a Pescar   Leave a comment

A internet mudou nossa vida de tal forma que muita gente já não consegue imaginar a vida sem ela. Uma das revoluções que a internet iniciou foi a possibilidade de todos (desde que tenham acesso a uma conexão) publicarem o que quer que seja que tenham a dizer, e que pode ser lido por qualquer pessoa no mundo, algo impensável no tempo do papel impresso. Porém, nem todos entram na internet com os mesmos “direitos”. A internet, como toda ferramenta, exige um conhecimento técnico mínimo, bem como experiência prática, para usufruir bem de todas as suas possibilidades. Antes de existirem os blogs open source, publicar na web exigia, no mínimo, algum conhecimento em html, ou grana para contratar quem soubesse. Fora o custo de hospedagem. Hoje, entretanto, todos podem publicar em blogs de altíssima qualidade.

Mas ter a possibilidade de publicar, e publicar de fato, são coisas bem diferentes. Para ter um blog que cumpra todas as funções de um bom site, e ainda agregue todas as qualidades de um bom blog, é bom ter uma boa base em design, webdesign e marketing, e alguma experiência com a chamada web 2.0. Se você quer entrar na web como mais do que mero espectador, fale com a gente.

Nós não queremos vender nosso peixe. Nós queremos te ensinar a pescar.

Equipe Intelego

Publicado novembro 20, 2007 por casalfeliz em blogs, design, pequenas empresas, webdesign